Bem! Afinal parece que tinha razão quando afirmei que o resultado do Sporting contra o SLB era um ultímo suspiro de um leão moribundo. Ou seja, voltou tudo à normalidade, e mais uma vez reforçou-se o conceito do dérbi lisboeta, ou seja, tudo é possível. Contudo levanto uma questão. O Paulo Bento está pregado ao banco? O Peseiro sai por menos, muito menos, numa época em que ia ganhando quase tudo (Não ganhou por causa do Ricardo: "Minha")
Quanto ao Porto-Benfica de ontem, em que o mais importante foi o resultado, realço a excelente atitude que os atletas do SLB demonstraram, principalmente numa semana muito complicada. Pode parecer um paradoxo, mas gostei do SLB, principalmente na primeira parte em que discutiu a espaços o jogo. Tempos complicados para a grande instituição que é o Benfica e que a bem do desporto nacional espero que volte a ser uma referência forte. O caminho não sei qual é, mas parece-me que não passa pela actual direcção, nem pela estrutura organizativa existente. Mas isso são outros quinhentos.
Agora outra questão que ponho na mesa é o suposto "adeptismo" que as pessoas apregoam.
Parece que há pessoas que são mais felizes pelos insucessos dos outros que do que pelos seus próprios sucessos. Ontem vi e ouvi muito Benfiquista a gritar "Leiria, Leiria, Leiria" quando durante a semana tinham sido enfardados em alvalade e o estavam a ser no Dragão. Mas o mesmo digo de alguns Sportinguistas relativamente ao Benfica. E nem os adeptos do FCP escapam (quase nenhuns) pois alguns durante a semana aplaudiram a vitória do Sporting como se fosse uma vitória própria, assumindo claramente um anti-benfiquismo (no final da taça vão bater palmas ao Sporting se ganhar?). Ou seja, disfarçadamente, na maioria, assumimos que gostamos do Clube A, mas na realidade somos é anti-Benfica ou anti-Sporting ou anti qualquer coisa. Decidam-se!
E se têm qualquer duvída sobre o que falo eu posso explicar, senão também podem tentar entender olhando para um fenómeno chamado Vitória de Guimarães, em que eles só são do Guimarães.
segunda-feira, 21 de abril de 2008
sexta-feira, 18 de abril de 2008
Existe e têm autocarro para lá!
Numa secção de cadastro de Loja de Departamentos:
- Onde a senhora mora, Dona Sinhazinha?- Na Puta Que Pariu!
- Puxa, minha senhora, não fui indelicada, apenas perguntei onde mora!
- Puxa, minha senhora, não fui indelicada, apenas perguntei onde mora!
- Na Puta Que Pariu!
Em Bela Vista, uma cidadezinha do interior de Minas, cercada de mato,um dos bairros tem o
nome de Puta que Pariu...!
nome de Puta que Pariu...!
quinta-feira, 17 de abril de 2008
O nosso Portugal!
No âmbito da renovação/obtenção da licença de Porte de Arma, é necessário agora uma declaração para este processo que é requisitada no IDT – Instituto da Droga e Toxicodepência em que afirma que o requerente nunca esteve envolvido em situações relacionadas com estupefacientes. Na realidade isto traduz-se em que este pode ser o maior consumidor de droga ou traficante (e eu que junto do café do meio pai tenho indicado a muitos onde fica o IDT e em que posso afirmar que alguns destes se não usam enganam), mas como nunca fez uma desintoxicação, ou nunca foi acusado de consumo ou de trafico, ou outra situação em que não tinha sido registrada. Então, como não consta na base de dados do IDT pode perfeitamente obter esta licença. (Nem uma despistagem ao sangue é realizada)
Ou seja dou um tirozinho para a veia e depois vou dar uns tirozinhos aos patos!!!
Ou seja dou um tirozinho para a veia e depois vou dar uns tirozinhos aos patos!!!
quinta-feira, 10 de abril de 2008
terça-feira, 1 de abril de 2008
Me vou!
È com grande tristeza e alegria também que anuncio que a partir de 1 de Maio vou voltar a residir noutro continente e noutro país, em particular, na Austrália.

Fui convidado pela uma empresa Brasileira a ser vice-director de unidade na cidade do Camberra
Assim a partir dessa data este blogue vai falar em maioria nas diversas cervejas e nas diversas praias onde vou surfar.
See you Soon!
sábado, 29 de março de 2008
Beijing 2008 - Tolera-se Tudo?

Pierre de Frédy nascido em Paris, em 1863 conhecido como Barão de Pierre Coubertin, ficou conhecido como o fundador dos Jogos Olímpicos da era moderna.
A Bandeira olímpica têm cinco anéis entrelaçados no fundo branco da paz, cada um de uma cor diferente, representando os continentes: azul (Europa), amarelo (Ásia), preto (África), verde (Oceania) e
vermelho (América). Esta foi esteada pela primeira vez nos Jogos Panegípcios de Alexandria, no dia 5 de Abril de 1914 e foi usada nos Jogos de Antuérpia-1920. Esta bandeira que está imbuída de um pensamento que visa aproximar os povos pressupondo-os como iguais, e justos, tentando uni-los através do desporto.
A Bandeira olímpica têm cinco anéis entrelaçados no fundo branco da paz, cada um de uma cor diferente, representando os continentes: azul (Europa), amarelo (Ásia), preto (África), verde (Oceania) e
vermelho (América). Esta foi esteada pela primeira vez nos Jogos Panegípcios de Alexandria, no dia 5 de Abril de 1914 e foi usada nos Jogos de Antuérpia-1920. Esta bandeira que está imbuída de um pensamento que visa aproximar os povos pressupondo-os como iguais, e justos, tentando uni-los através do desporto.Estamos em ano de jogos e assim chegamos a Pequim 2008. Vamos ter um Jogos Olímpicos na China!
Analisemos então a Carta Internacional dos Direitos Humanos
Declaração Universal dos Direitos do Homem *
Preâmbulo
“Considerando que o reconhecimento da dignidade inerente a todos os membros da família humana e dos seus direitos iguais e inalienáveis constitui o fundamento da liberdade, da justiça e da paz no mundo;
Considerando que o desconhecimento e o desprezo dos direitos do homem conduziram a actos de barbárie que revoltam a consciência da Humanidade e que o advento de um mundo em que os seres humanos sejam livres de falar e de crer, libertos do terror e da miséria, foi proclamado como a mais alta inspiração do homem;
Considerando que é essencial a protecção dos direitos do homem através de um regime de direito, para que o homem não seja compelido, em supremo recurso, à revolta contra a tirania e a opressão;
Considerando que é essencial encorajar o desenvolvimento de relações amistosas entre as nações;
Considerando que, na Carta, os povos das Nações Unidas proclamam, de novo, a sua fé nos direitos fundamentais do homem, na dignidade e no valor da pessoa humana, na igualdade de direitos dos homens e das mulheres e se declararam resolvidos a favorecer o progresso social e a instaurar melhores condições de vida dentro de uma liberdade mais ampla;
Considerando que os Estados membros se comprometeram a promover, em cooperação com a Organização das Nações Unidas, o respeito universal e efectivo dos direitos do homem e das liberdades fundamentais;”
… e assim por diante.
Retrocedendo um pouco no tempo temos que, após a 2ª Guerra Mundial três países não foram convidados a participar nos Jogos Olímpicos de Londres de 1948. A Alemanha, principal responsável pelo o Holocausto responsável pela morte de 60 milhões, o Japão e a Itália, ou seja, os países derrotados da 2ª Guerra Mundial.
Verificamos então que os povos que de alguma forma não respeitaram o Direito Individual de cada um, adjacente à sua essência como Homem, foram afastados ou outros não participaram como sinal de protesto por esta violação (65 nações ocidentais não participaram nos Jogos Olímpicos de Moscovo devido à invasão russa do Afeganistão)
Assim pergunto:
“À luz do que atrás foi escrito como chegamos a Beijing 2008?”
Estamos perante uma subversão do espírito olímpico dos Jogos!
Ao aceitarmos que os Jogos se venham a realizar na China em Pequim, é pactuar
contra tudo em que acreditamos.
Como se podem os jogos se realizar num país que não respeita os Direitos do Homem?
Como se podem realizar num país que pratica a repressão sobre o seu povo?
“Considerando que o reconhecimento da dignidade inerente a todos os membros da família humana e dos seus direitos iguais e inalienáveis constitui o fundamento da liberdade, da justiça e da paz no mundo;
Considerando que o desconhecimento e o desprezo dos direitos do homem conduziram a actos de barbárie que revoltam a consciência da Humanidade e que o advento de um mundo em que os seres humanos sejam livres de falar e de crer, libertos do terror e da miséria, foi proclamado como a mais alta inspiração do homem;
Considerando que é essencial a protecção dos direitos do homem através de um regime de direito, para que o homem não seja compelido, em supremo recurso, à revolta contra a tirania e a opressão;
Considerando que é essencial encorajar o desenvolvimento de relações amistosas entre as nações;
Considerando que, na Carta, os povos das Nações Unidas proclamam, de novo, a sua fé nos direitos fundamentais do homem, na dignidade e no valor da pessoa humana, na igualdade de direitos dos homens e das mulheres e se declararam resolvidos a favorecer o progresso social e a instaurar melhores condições de vida dentro de uma liberdade mais ampla;
Considerando que os Estados membros se comprometeram a promover, em cooperação com a Organização das Nações Unidas, o respeito universal e efectivo dos direitos do homem e das liberdades fundamentais;”
… e assim por diante.
Retrocedendo um pouco no tempo temos que, após a 2ª Guerra Mundial três países não foram convidados a participar nos Jogos Olímpicos de Londres de 1948. A Alemanha, principal responsável pelo o Holocausto responsável pela morte de 60 milhões, o Japão e a Itália, ou seja, os países derrotados da 2ª Guerra Mundial.
Verificamos então que os povos que de alguma forma não respeitaram o Direito Individual de cada um, adjacente à sua essência como Homem, foram afastados ou outros não participaram como sinal de protesto por esta violação (65 nações ocidentais não participaram nos Jogos Olímpicos de Moscovo devido à invasão russa do Afeganistão)
Assim pergunto:
“À luz do que atrás foi escrito como chegamos a Beijing 2008?”
Estamos perante uma subversão do espírito olímpico dos Jogos!
Ao aceitarmos que os Jogos se venham a realizar na China em Pequim, é pactuar
contra tudo em que acreditamos.Como se podem os jogos se realizar num país que não respeita os Direitos do Homem?
Como se podem realizar num país que pratica a repressão sobre o seu povo?
Num país em que o Presidente Hu Jintao chegou a impor a Lei Marcial no Tibete?
Ironia do destino, e, em muito devido à realização dos Jogos, a 11 de Março de 2008 os Estados Unidos retiraram convenientemente a China da lista negra dos maiores violadores dos Direitos Humanos.
Parafraseando o nosso antigo Presidente Mário Soares “ a Verdade não pode ser escamoteada, nem escondida. É impossível no Século XXI.”
Todos os países ao irem a Pequim, vão mostrar que tudo é admitido, que tudo é aceitável, e que as mortes das pessoas inocentes que todos dias acontecem pela China adentro, no Tibete são justificáveis.
Muito se fala disto, mas pouco se faz. Têm que se mostrar claramente á China que estes actos não são toleráveis, e que não se coadunam no mundo de hoje, nem com a humanidade.
Na minha perspectiva, considero que o boicote, é o passo seguinte e que têm de ser à escala global para claramente ficar definido que o que se passa na China e no Tibete não passa despercebido e não pode acontecer. (Mas também compreendo que os atletas queiram ir e participar.)
Contudo, isto não é o que preocupa mais, pois à muito que se sabe do que se passa na China e pouco se têm feito (à quanto tempo o Dalai Lama está exilado?), mas sim pelo facto, de que por agora, está-se finalmente a dar atenção devida somente pelo facto da China estar debaixo holofotes da media devido à realização dos Jogos.
Mas depois do jogos como será?
Fechamos os olhos outra vez ( devido a interesse economicistas)?
Ironia do destino, e, em muito devido à realização dos Jogos, a 11 de Março de 2008 os Estados Unidos retiraram convenientemente a China da lista negra dos maiores violadores dos Direitos Humanos.
Parafraseando o nosso antigo Presidente Mário Soares “ a Verdade não pode ser escamoteada, nem escondida. É impossível no Século XXI.”
Todos os países ao irem a Pequim, vão mostrar que tudo é admitido, que tudo é aceitável, e que as mortes das pessoas inocentes que todos dias acontecem pela China adentro, no Tibete são justificáveis.
Muito se fala disto, mas pouco se faz. Têm que se mostrar claramente á China que estes actos não são toleráveis, e que não se coadunam no mundo de hoje, nem com a humanidade.
Na minha perspectiva, considero que o boicote, é o passo seguinte e que têm de ser à escala global para claramente ficar definido que o que se passa na China e no Tibete não passa despercebido e não pode acontecer. (Mas também compreendo que os atletas queiram ir e participar.)
Contudo, isto não é o que preocupa mais, pois à muito que se sabe do que se passa na China e pouco se têm feito (à quanto tempo o Dalai Lama está exilado?), mas sim pelo facto, de que por agora, está-se finalmente a dar atenção devida somente pelo facto da China estar debaixo holofotes da media devido à realização dos Jogos.
Mas depois do jogos como será?
Fechamos os olhos outra vez ( devido a interesse economicistas)?
Qual o preço?
sexta-feira, 28 de março de 2008
PSP - Para que serve?
Numa conversa mantida no café do meu pai, e em virtude dos acontecimentos recentes que o envolveram, um cliente comentou algo que se passou com ele e que é irreal pela resposta.
Na madrugada de ontem para hoje, uns rapazinhos na rua do Brasil, estiveram em determinada parte desta a fazer barulho e a partir as garrafas de cerveja que ingeriam noite fora.
Este cliente por volta das 5.00 telefonou para a PSP a fazer a ocorrência do que se estava a passar, ao que o agente que recebeu chamada respondeu: “Não vamos aí, e, enquanto eles estiverem aí não estão noutro lado”. Fim de Conversa!
Na madrugada de ontem para hoje, uns rapazinhos na rua do Brasil, estiveram em determinada parte desta a fazer barulho e a partir as garrafas de cerveja que ingeriam noite fora.
Este cliente por volta das 5.00 telefonou para a PSP a fazer a ocorrência do que se estava a passar, ao que o agente que recebeu chamada respondeu: “Não vamos aí, e, enquanto eles estiverem aí não estão noutro lado”. Fim de Conversa!
terça-feira, 25 de março de 2008
Ventos de mudança!

Afinal as coisas mudam e a verdade é procurada!
Desde que vi a entrevista da Procuradora Geral Adjunta Dra. Maria José Morgado no Jornal da SIC, em que ela fala do que têm sido feito para combater a corrupção, castigar os corruptores e os corrompidos, percebi claramente, que o apito dourado iria ser muito mais que uma caça às bruxas, que seria muito mais do que bater na erva para ver se as cobras saem.
Hoje, o Presidente do meu clube foi constituído arguido, pelo crime de corrupção desportiva passiva.
A juíza do processo instaurado afirma que existem "indícios mais que suficiente" para se avançar para julgamento.
Espero que a serem provados, Pinto da Costa, pague a sua dívida á sociedade e se afaste dos caminhos do FCPorto, pois o FCP é mais que um Pinto da Costa de forma inequívoca.
Hoje, o Presidente do meu clube foi constituído arguido, pelo crime de corrupção desportiva passiva.
A juíza do processo instaurado afirma que existem "indícios mais que suficiente" para se avançar para julgamento.
Espero que a serem provados, Pinto da Costa, pague a sua dívida á sociedade e se afaste dos caminhos do FCPorto, pois o FCP é mais que um Pinto da Costa de forma inequívoca.
E reforço, que de forma alguma quero ver o meu clube associado a alguém que deturpou o sentido da verdade desportiva. Contudo, relembro o conceito da presumível inocência
Espero que os Pintos da Costas, os Valentins, e todos os outros sejam afastados e deixem que o desporto em causa volte a ser regido pelos seu valores mais simples e importantes, a verdade e a justiça desportiva e o espírito do jogo.
Mereço como Portista, assim como qualquer amante da verdade nem que seja no desporto.
Espero que os Pintos da Costas, os Valentins, e todos os outros sejam afastados e deixem que o desporto em causa volte a ser regido pelos seu valores mais simples e importantes, a verdade e a justiça desportiva e o espírito do jogo.
Mereço como Portista, assim como qualquer amante da verdade nem que seja no desporto.
segunda-feira, 24 de março de 2008
Novidade?
Na quinta-feira, 20 de Março, o país foi assolado por uma notícia.
“Na Escola Secundária Carolina Michaelis
Professora brutalizada por tirar telemóvel na aula
Numa escola do Porto, uma aluna resistiu à professora que tentou retirar-lhe o telemóvel durante uma aula.”
Nada de novo, a grande diferença é que esta agressão foi filmada.
Foi necessário a situação ser exposta a nível global e acessível ás pessoas para finalmente se lançar um debate sério do sistema educativo nacional e dos diversos intervenientes directos e indirectos.
Muito tenho lido, tenho ouvido e tenho tentando perceber os respectivos pontos de vista.
Claramente percebe-se, que a desresponsabilização do aluno ao longo dos anos no sistema educativo e a impunidade com que este se move, levaram e levam, a que muitos, mas mesmo muitos, episódios destes ocorram de sul a norte deste país. Mas será que o aluno é principal culpado?
Vejamos entâo. O aluno como indivíduo e parte integrante da sociedade comporta-se de acordo com o seu crescimento social e baseado em modelos.Ou seja, a família!
Então percebemos que o seu comportamento é consequência de.
Como pode um aluno respeitar um professor se quando na sua formação como pessoa não aprendeu a respeitar ninguém?
É muito fácil culpar os alunos, mas serão eles os verdadeiros culpados? Deixo claro que os professores não o são, são mas é vitimas.
Pensemos um pouco, e olhemos para as famílas destes. Os comportamentos dos alunos são uma consequência directa do seu seio familiar, em que a figura de autoridade não existe, em que o respeito é nulo e a passagem de valores não acontece. Grandes responsáveis dos comportamentos incorrectos são os pais.
Pais estes que na sua maioria são pais por capricho e aceitação social revelando um total egoísmo. È fácil tirar a aspirina dos joelhos e ir aos treinos, mas depois como dizem os brasileiros: “SUJOU”.
Na altura em que ter um papel protector, um papel vigilante, um papel educador, formador de carácter e de preparação para a vida, escudam-se nas suas escolhas pessoais tais como a carreira profissional (porque ser pai não foi uma escolha, foi uma queca) desculpabilizando-se. È mais fácil pôr os miúdos a ver os canais Pandas, Cartoon Networks, Playstation enquanto eles estão em casa, e despejá-los nos infantários e nos avós e sabe-se lá onde mais do que ter um papel activo na vida deles (papel este que hoje é meramente reactivo), tal como brincar, ensinar.
E o que mais espanta estas pessoas terem a ousadia de muitas vezes por ignorância defenderem que o problema não são elas mas são as escolas, e em especial os professores. Os pais destas crianças expliquem-me como é que os seus filhos hão-de respeitar os professores se esse não é um valor que lhes foi incutido, se eles na sua maioria (e nem os próprios pais respeitam) e se nunca na vida foram contrariados, se sempre foi mais fácil dar-lhes tudo do que ter que dizer que não ao que quer que fosse para não ter que os ouvir.
Como um professor faz perante um aluno destes, que salvo excepções, toda a vida fez o que quis na vida porque os pais não se interessaram na sua formação e nem se estão para chatear ( toma lá 20 euros e vai-te embora) e que a única coisa na vida foi despejá-lo em sítios diferentes.
Mas o que mais me surpreende não é isto, é o ataque movido à classe dos professores. Muitas das vezes estes alunos agem assim porque os pais desautorizam a figura do professor em sua casa.
A única que coisa que vai prevalecendo na sociedade é o conhecimento e a educação.
A educação é o pilar da nossa sociedade e os professores são os principais elementos activos nela.
Agora, analisemos globalmente a questão, e juntemos ao que atrás foi escrito, o ataque movido pelo nosso PM, José Sócrates a esta classe. Eu compreendo em certa medida que para ele seja mais uma coisa normal, afinal tirar um curso superior é fácil. Falo pelo meu, que tirei-o durante á semana e quando chumbava repetia o exame. Ao domingo ia à missa!
Como querem que um aluno tenha respeito?
Desresponsabiliza-se o aluno, desresponsabiliza-se os pais, o estado como bastião e regulador da nossa sociadade comporta-se ao ao nível medíocre como é! Os pais dizem mal, o governo diz mal, toda a gente diz mal
Os pais deste alunos preocupem-se em educar os seu filhos, a serem minimamente razoáveis, já que como pais parecem que não são. Os governantes entendam como a educação é fundamental na nossa sociedade, e que lembrem-se que em momento nenhum têm que ser o professor a educar o aluno exclusivamente.
O que se passa nas escolas não têm nada a haver com os professores, têm a ver com os valores da nossa sociedade que têm vindo a perder-se.
Em vez de andar-se por aí a falar da função pública principalmente os professores que têm de ser avaliados e em que eu concordo que têm que ser avaliados, deveríamos passar a mensagem: “Eduquem os vossos filhos” ou“ Primeiro eduquem-se”.
Como podemos crescer como sociedade se caminhamos para a mediocridade quando temos a mediocridade que temos a governar?
“Para se perfazer as práticas do dom, da ética e assim por diante, elas devem ser sustentadas e influenciadas pela prática da Sabedoria”
Dalai Lama
Sou engenheiro (de 5 anos) e não professor, fica aqui a nota!
“Na Escola Secundária Carolina Michaelis
Professora brutalizada por tirar telemóvel na aula
Numa escola do Porto, uma aluna resistiu à professora que tentou retirar-lhe o telemóvel durante uma aula.”
Nada de novo, a grande diferença é que esta agressão foi filmada.
Foi necessário a situação ser exposta a nível global e acessível ás pessoas para finalmente se lançar um debate sério do sistema educativo nacional e dos diversos intervenientes directos e indirectos.
Muito tenho lido, tenho ouvido e tenho tentando perceber os respectivos pontos de vista.
Claramente percebe-se, que a desresponsabilização do aluno ao longo dos anos no sistema educativo e a impunidade com que este se move, levaram e levam, a que muitos, mas mesmo muitos, episódios destes ocorram de sul a norte deste país. Mas será que o aluno é principal culpado?
Vejamos entâo. O aluno como indivíduo e parte integrante da sociedade comporta-se de acordo com o seu crescimento social e baseado em modelos.Ou seja, a família!
Então percebemos que o seu comportamento é consequência de.
Como pode um aluno respeitar um professor se quando na sua formação como pessoa não aprendeu a respeitar ninguém?
É muito fácil culpar os alunos, mas serão eles os verdadeiros culpados? Deixo claro que os professores não o são, são mas é vitimas.
Pensemos um pouco, e olhemos para as famílas destes. Os comportamentos dos alunos são uma consequência directa do seu seio familiar, em que a figura de autoridade não existe, em que o respeito é nulo e a passagem de valores não acontece. Grandes responsáveis dos comportamentos incorrectos são os pais.
Pais estes que na sua maioria são pais por capricho e aceitação social revelando um total egoísmo. È fácil tirar a aspirina dos joelhos e ir aos treinos, mas depois como dizem os brasileiros: “SUJOU”.
Na altura em que ter um papel protector, um papel vigilante, um papel educador, formador de carácter e de preparação para a vida, escudam-se nas suas escolhas pessoais tais como a carreira profissional (porque ser pai não foi uma escolha, foi uma queca) desculpabilizando-se. È mais fácil pôr os miúdos a ver os canais Pandas, Cartoon Networks, Playstation enquanto eles estão em casa, e despejá-los nos infantários e nos avós e sabe-se lá onde mais do que ter um papel activo na vida deles (papel este que hoje é meramente reactivo), tal como brincar, ensinar.
E o que mais espanta estas pessoas terem a ousadia de muitas vezes por ignorância defenderem que o problema não são elas mas são as escolas, e em especial os professores. Os pais destas crianças expliquem-me como é que os seus filhos hão-de respeitar os professores se esse não é um valor que lhes foi incutido, se eles na sua maioria (e nem os próprios pais respeitam) e se nunca na vida foram contrariados, se sempre foi mais fácil dar-lhes tudo do que ter que dizer que não ao que quer que fosse para não ter que os ouvir.
Como um professor faz perante um aluno destes, que salvo excepções, toda a vida fez o que quis na vida porque os pais não se interessaram na sua formação e nem se estão para chatear ( toma lá 20 euros e vai-te embora) e que a única coisa na vida foi despejá-lo em sítios diferentes.
Mas o que mais me surpreende não é isto, é o ataque movido à classe dos professores. Muitas das vezes estes alunos agem assim porque os pais desautorizam a figura do professor em sua casa.
A única que coisa que vai prevalecendo na sociedade é o conhecimento e a educação.
A educação é o pilar da nossa sociedade e os professores são os principais elementos activos nela.
Agora, analisemos globalmente a questão, e juntemos ao que atrás foi escrito, o ataque movido pelo nosso PM, José Sócrates a esta classe. Eu compreendo em certa medida que para ele seja mais uma coisa normal, afinal tirar um curso superior é fácil. Falo pelo meu, que tirei-o durante á semana e quando chumbava repetia o exame. Ao domingo ia à missa!
Como querem que um aluno tenha respeito?
Desresponsabiliza-se o aluno, desresponsabiliza-se os pais, o estado como bastião e regulador da nossa sociadade comporta-se ao ao nível medíocre como é! Os pais dizem mal, o governo diz mal, toda a gente diz mal
Os pais deste alunos preocupem-se em educar os seu filhos, a serem minimamente razoáveis, já que como pais parecem que não são. Os governantes entendam como a educação é fundamental na nossa sociedade, e que lembrem-se que em momento nenhum têm que ser o professor a educar o aluno exclusivamente.
O que se passa nas escolas não têm nada a haver com os professores, têm a ver com os valores da nossa sociedade que têm vindo a perder-se.
Em vez de andar-se por aí a falar da função pública principalmente os professores que têm de ser avaliados e em que eu concordo que têm que ser avaliados, deveríamos passar a mensagem: “Eduquem os vossos filhos” ou“ Primeiro eduquem-se”.
Como podemos crescer como sociedade se caminhamos para a mediocridade quando temos a mediocridade que temos a governar?
“Para se perfazer as práticas do dom, da ética e assim por diante, elas devem ser sustentadas e influenciadas pela prática da Sabedoria”
Dalai Lama
Sou engenheiro (de 5 anos) e não professor, fica aqui a nota!
domingo, 23 de março de 2008
Vitória do Vítória

22 de Março de 2008
Realizou-se a primeira final da Taça Carlsberg. Fez-se história. O Vitória de Setúbal vai ficar para sempre para a história como o 1º Vencedor, assim como a AAC vencedora da 1ª Taça de Portugal, e o Sporting como o primeiro derrotado.
Excelente equipa a do Setúbal. muito bem construída de trás para a frente. Desde um excelente guarda-redes( Eduardo que só defendeu três penáltis) a um cão de fila na frente.
Quanto ao Sporting o normal, equipa que padece do síndroma de equipa pequena, só joga bem contra os grandes. Mais um jogo contra o Setúbal, mais um sem ganhar.
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